Este artigo compartilha experiência de autossuperação da síndrorme do pânico através da interassistência tarística. A metodologia envolveu registro de ações com análise de fatos e parafatos, tomada de decisões, confiança no amparo extrafísico, coragem evolutiva e vontade inquebrantável de autossuperação. Os resultados são de satisfação íntima pela recuperação de unidades de lucidez e sensação de retomada da programação existencial.
A autora compartilha, neste artigo, os benefícios alcançados através de sua autopesquisa, entre os quais a superação de dificuldades e maior desenvolvimento dos atributos mentaissomáticos, como autodomínio, autolucidez, autoconhecimento e racionalidade cosmoética. O objetivo deste trabalho é incentivar outras pessoas a também produzirem suas autopesquisas com o mesmo interesse, foco, qualidade, comprometimento e dedicação de quem realiza um doutorado acadêmico, para conseguir, de maneira autônoma, o autodesassédio, a interassistencialidade, a ortopensenidade e a reciclagem intraconsciencial.
Homo Projector Kacianni Ferreira v. 04 n. 02 - JUL/DEZ – 2017 (2017-07)